“Que surpresas reservam o e-commerce no cenário pós-pandemia?”

E-commerce

 

No Brasil, estamos enfim concretizando a última fase da rota do e-commerce. O comércio varejista de alimentos experimentou nos dois últimos meses o que não acreditava ser uma realidade tão atual. Segundo o Instituto Locomotiva, durante o primeiro mês de pandemia no país, compras feitas por meio de aplicativos cresceram cerca de 30%.

 

Dos entrevistados, 49% afirmaram que pretendiam ampliar as compras por meio de soluções em vendas online e 32% que reduziram as idas até as lojas físicas. A necessidade de adaptação dentro de um cenário pandêmico tem feito com que muitos varejistas de alimentos corram contra o tempo com o intuito de evitar uma baixa ainda maior nas vendas e de atender com maior comodidade aos seus clientes hoje e num futuro pós-pandemia.

 

Depois que toda a pandemia acabar, seremos os mesmos? Seria o fim do e-commerce ou apenas o início de uma nova fase? Voltaremos aos velhos hábitos? Falo sobre os cuidados com a própria saúde e sobre a consciência social, mas também sobre a adaptação aos novos meios de venda e compra online.

Na China, o cenário pós-pandemia assusta os varejistas. Apesar das restrições sociais terem sido suspensas e o comércio ter retomado suas atividades em até 90%, segundo a Associação de Comércio da China para Mercadorias Gerais o fluxo de pessoas nas lojas tem ultrapassado lentamente a marca de 50% quando comparado ao período anterior à pandemia.

 

Os números mostram que a pandemia não terá um fim em si mesma e não podemos acreditar que permaneceremos os mesmos após esse período de reclusão social. Creio que muitos encontraram maneiras novas e diferentes de fazer as mesmas coisas, e até uma parte de si que estava perdida, uma parte mais humana e menos robotizada.

 

A tecnologia não devia nos automatizar de maneira negativa como vemos, mas nos dar condições para viver mais e melhor. Sonhar com isso nos faz acreditar que existe algo que podemos fazer por nós mesmos, inclusive por meio do uso da tecnologia, e isso mistura-se com nossa história e com a nossa realidade.

 

Desse modo, adaptar-se é necessário, seja como consumidor, seja como varejista, mas principalmente como ser humano.

 

A Mercadapp tem se esforçado em ajustar-se a esta fase de forma humana e entendendo primeiramente o próximo como o alvo de nosso trabalho. Estamos concentrando nosso esforço para que por meio do e-commerce mais pessoas sejam atendidas no conforto de sua casa. E nossa missão tem sido materializada neste tempo de crise: já são cerca de 20 lojas lançadas apenas no período de pandemia e mais de 40 lojas em fase de implantação.

A nossa #ondalaranja tem alcançado o consumidor e ajudado o varejista a expandir seus negócios: alguns dos nossos parceiros já chegaram a faturar de 25% a 30% por meio de uma de nossas soluções e já temos supermercados ultrapassando a marca de R$ 1,5 milhão em vendas por meio do app. Estamos olhando para o presente e enxergando aquilo que parecia ser o nosso futuro!

*Tayslan Queiroz Silva, consultor comercial da Mercadapp.”

Até o próximo artigo

 

Fonte: Gazeta do Povo

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